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Mostrando postagens de Abril, 2010

Um pouco de mim!!!

Temos falado de assuntos técnicos no blog todo o tempo. Entretanto hoje resolvi escrever um pouco de mim!!!

Tantos trabalhos, tanto estudo, mas a verdade é que sou uma apaixonada pela medicina. E não aquela medicina invasiva, que entra, abre e resolve (por isso não sou cirurgiã!! Rs), mas uma medicina mais lenta, onde tenha tempo de conhecer as pessoas, olhar nos olhos, entender o contexto. Minha grande motivação na profissão é o trabalho com o outro. Como podemos aprender observando o outro!!!

Por isso neuropediatria, por isso reabilitação e por isso acupuntura. Uma somatória de aspirações que foram fazendo sentido com o tempo. Um caminho pessoal de busca por interiorização e sentido.

Eu gosto de trabalhar com a criança deficiente. Me sinto meio cúmplice de uma luta árdua, mas tão cheia de alegrias para quem consegue enxergar. Não há maior alegria no mundo que ver uma criança andando ou sustentando a cabeça. E não importa, tampouco, que isso ocorreu aos 5 anos, importa que é fruto de um…

Acupuntura e epilepsia

Hoje trago o resumo do meu trabalho de conclusão de curso de acupuntura, utilizando esta técnica milenar em pacientes com epilepsia.

Na definição da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), a saúde é um estado de harmonia entre as funções orgânicas internas e entre o ser humano e o meio ambiente onde vive. Na natureza, os fenômenos podem ser divididos, de uma forma simplista, em dualidades opostas, denominadas de yin-yang, que apresentam um estado de equilíbrio dinâmico.

No corpo humano o fluxo ininterrupto e suave das substâncias essenciais mantém as funções adequadas dos órgãos internos e, conseqüêntemente, asseguram as atividades nervosas e mentais, manifestando externamente um estado de saúde e bem estar.

A epilepsia do ponto de vista ocidental é uma condição que tem em comum a presença de crises epilépticas ou convulsivas recorrentes na ausëncia de condição tóxico-metabólica ou febril. A crise epiléptica é causada por descargas elétricas cerebrais anormais excessivas e transitórias da cé…

Hippoterapia: Reabilitação com prazer!!!

Semana passada falamos sobre a TAA (terapia assistida por animais) enfocando a pet terpia ou terapia com animais de pequeno porte. Agora vamos falar da Hippoterapia ou Equoterapia, que literalmente significa tratamento com a ajuda do cavalo. Iniciada na Alemanha no século XIX, é uma terapia que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento bio-psico-social das pessoas com deficiência física e/ou mental e/ou sensorial.
O movimento do cavalo tem um efeito terapêutico porque apresenta um modelo de movimento muito similar ao movimento da pélvis de uma pessoa durante a marcha humana normal. O cavalo apresenta movimentos que nenhum aparelho mecânico ou tratamento convencional consegue imitar!
Durante o passo, além de apresentar os movimentos tridimencionais que se assemelham à marcha humana, o cavalo oferece ainda um gama de estímulos sensoriais, através da visão, tato,olfato e audição, favorecendo a conscie…

Amigo animal: mais que um amigo, um terapeuta!!!

Você sabia que seu bichinho de estimação pode ser bem mais que um bom amigo? Pois é, originada na Inglaterra em 1792, a pet terapia ou terapia assistida por animais (TAA) é a realização de terapia de reabilitação utilizando cães, cavalos ou outros animais domésticos como instrumento mediador entre o terapeuta e o paciente.

A TAA é uma intervenção direcionada, individualizada e com critérios clínicos específicos onde um animal é parte integrante e fundamental do processo do tratamento; deve ser aplicada e supervisionada por profissionais da saúde devidamente habilitados e todo processo deve ser documentado e avaliado periodicamente, promovendo a melhora na função física, social, emocional, e/ou cognitiva de pacientes humanos.

Os animais funcionam como catalisadores na recuperação da saúde mental, promovendo ganhos motores, na auto-estima, comunicação, entre outros aspectos.
A presença de pets em ambientes hospitalares pode causar estranheza inicial, porém especialmente em pacientes pediát…