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Mostrando postagens de Outubro, 2011

COMPARTILHANDO O AMOR!

Essa semana, vou publicar o texto de uma amiga muito querida. Mãe prestimosa, profissional competente, escritora inspirada e um ser humano do bem. Aproveitem! Boa semana! Dra Alessandra
Quem ensina amar?
Muito comumente as crianças narram cenas de violência, de conflitos escolares ou sociais, de desentendimentos. Neste momento de escuta raramente os pais se lembram de ensinar os filhos a conviver e mais raramente ainda se lembram de ensinar os filhos a amar.
Primeiramente vêm as questões pessoais, os egos insultados e a superprotecão. Qual o pai que diante de uma narrativa do filho de quem apanhou de um colega consegue questionar com ele qual era o cenário, o que havia acontecido anteriormente, o que poderia ter desencadeado tal atitude agressiva e, portanto errada?
O mundo prega a competição desenfreada, a busca pelos primeiros e melhores lugares, o “não levar desaforo para casa”. Diante desse cenário, cabe aos educadores, pais, professores, adultos ensinarem o diálogo, a conciliação, o e…

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!

Devo confessar que não gosto muito de datas festivas comerciais, tipo dia das mães, dos pais e até mesmo esse Natal tão comercial onde o foco principal é qual presente vou ganhar e em quantas listas de “amigos” secretos terei que entrar.
Porém acho que essas datas tem seu valor quando nos levam a pensar a respeito de nossas crianças.
Vi uma reportagem no jornal, que perguntava o que as crianças queriam ganhar de presente e a luta dos pais para convencê-las a levar algo mais barato. Telefones celulares, tablets eram palavras frequentes na boca de crianças cada vez mais jovens.
Acho interessante destacar dois pontos; o primeiro é a questão de valor. Dia das crianças é uma data simbólica. Se dermos um tablete de presente, o que sobra para o natal ou o aniversário, essas sim, datas mais significativas? As crianças de hoje (claro, que nós adultos temos responsabilidade nisto) estão perdendo a noção de valor. É a moda do quero sempre o mais caro agora!
O segundo ponto é o limite que damos aos n…

Comer bem é um direito!

Problemas nutricionais são comuns em pessoas com necessidades especiais. A desnutrição proteico-calórica é frequente nesses indivíduos e necessita diagnóstico precoce e abordagem clínica adequada para evitar complicações como infecções de repetição.
Entretanto, nem só a desnutrição é um problema a ser observado, mas também o sobrepeso e a obesidade, condições que aumentam o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, diminuindo a expectativa de vida destas pessoas.
A intervenção nutricional para recuperar um indivíduo desnutrido ou obeso considera tanto as necessidades imediatas do paciente como as possibilidades sociais, econômicas e emocionais do ambiente, bem como o desenvolvimento de um hábito alimentar saudável.
Mesmo que seja uma intervenção pontual, ela deve ser pensada em longo prazo, na medida em que o trabalho de educação nutricional efetivo é o que garantirá a permanência da recuperação nutricional.
A abordagem nutricional ajuda a diferenciar desnutrição primária e se…