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Mostrando postagens de Maio, 2015

Vamos ao estudo! As novidades que vem por aí.

Os dois últimos finais de semana passei estudando. Vocês já sabem o quanto eu adoro estudar. Sou uma curiosa por natureza, ainda mais quando vejo no estudo uma possibilidade de cuidar cada vez melhor dos meus pequenos.
No dia 16 de maio, eu a neuropsicóloga Melanie Mendoza fomos a Campinas no simpósio Braincare (www.grupobraincare.com).
Colegas de profissão e parceiros, o evento foi organizado de forma muito competente e contou com palestras interessantíssimas, que abordaram o TDAH, os Transtornos do Espectro do Autismo, as Desordens do Processamento Auditivo Central, a Dislexia e especialmente, a reabilitação e as estratégias de ensino em situações especiais, assim como intervenções para memória e atenção.
Sempre saímos desses eventos cheias de ideias e motivadas a melhorar cada vez mais nossa abordagem.
E como dizia o subtítulo do evento, “o cérebro nunca para de nos encantar”.Quanto mais estudamos, mais abrimos possibilidades de melhor intervir, estimular e dar às nossas crianças e a…

EXEMPLO É O MELHOR CONSELHO

Hoje vou dividir com vocês uma história pessoal. Não que eu vá virar uma blogueira fitness (Rsrs) mas quero compartilhar as mudanças que fiz na minha vida nesses últimos 6 meses.

Várias vezes já postei aqui a necessidade da gente se cuidar, ter um hobby, uma distração, algo que você goste de fazer, tirar um tempo para você.
Sei que quando a gente vira mãe, isso fica cada vez mais distante. São muitas demandas: filhos, casa, trabalho, tudo junto e misturado. Mas se não fizermos disso uma prioridade, nunca vamos ter tempo.
Há alguns anos decidi viver melhor, trabalhar menos, me adaptar a viver com menos, ter tempo para todas as refeições e ter uma vida mais saudável.
Mas fui me perdendo no caminho... Voltei a comer mal, no carro, sem regras ou horários e parei de me exercitar, sempre culpando a falta de tempo. E aí meus amigos, não há segredo. A combinação disso resulta em ganho de peso, desânimo e perda da saúde.
E comigo não foi diferente. Aumentei muito de peso, um cansaço físico eterno …

UM ANO DEPOIS

Vou compartilhar com vocês hoje o texto da Neuropsicóloga Melanie Mendoza sobre o primeiro ano de funcionamento da nossa clínica.
Um texto lindo, emocionante, especialmente para nós,  que estamos construindo com muito amor e dedicação um espaço fundamentado naquilo que acreditamos.
Esse ano passou rápido, como só passam os momentos felizes. 
Fomos, somos, estamos muito felizes. 
E cheios de ideias. E cheios de novidades!
Segue o texto:
Em abril a Clínica Vivere fez um ano de existência! A clínica surgiu da vontade de criar em consultório um ambiente em que os transtornos do desenvolvimento e da aprendizagem fossem tratados da maneira global e com uma forte integração entre os profissionais de diferentes áreas.
Antes da inauguração da Clínica Vivere, eu e a Dra. Alessandra atuamos em conjunto em serviço do terceiro setor e em pesquisa e atendimento na USP. Nestes lugares sempre debatíamos sobre as melhores abordagens disponíveis para cada paciente gerando um serviço de melhor qualidade e inte…

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade pode ocorrer no adulto?

Falar do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em crianças já gera bastante dúvidas e surpreendentemente alguma polêmica. Hoje vamos explorar um campo ainda mais desconhecido, que é o TDAH no adulto.
A forma clínica da idade adulta do TDAH foi oficialmente reconhecida pela Associação Americana de Psiquiatria em 1980, por conta de sua publicação no DSM-III, persistindo seu diagnóstico nas edições subsequentes. A Classificação Internacional de Doenças (CID – 10) ainda não lista a forma adulta e seus critérios diagnósticos, embora estes já estejam bem estabelecidos como veremos no decorrer deste texto.
O diagnóstico de TDAH no adulto ainda é motivo de debates, visto que desde a sua descrição o TDAH tem sido definido como uma situação da infância.
Boa parte dessa dúvida se dá pelo fato dos sintomas de hiperatividade e impulsividade melhorarem na adolescência, dando a impressão de cura do transtorno após essa fase da vida. Entretanto, estudos demonstraram que o TDAH persiste…