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Mostrando postagens de Março, 2012

Vai brincar ou trabalhar?

Ser pai (ou mãe) é uma arte

Hoje presenciei uma cena que me comoveu. Especialmente porque foi um episódio de amor explícito vindo de um paciente e disponível pai.
Longe de mim, levantar qualquer bandeira ou generalizar situações, mas na minha vida clinica, a esmagadora maioria dos casos em que há uma criança com necessidades especiais, a cuidadora é a mãe, depois os avós e só depois, o pai.
Chega a ser frustrante, a quantidade de vezes que escuto a mesma história: Doutora, depois do diagnóstico, o pai foi embora e nem vem mais nos visitar. Já tem outra família.
Não acho que filho nenhum deva segurar um casamento onde não há mais amor ou cumplicidade. Mas não existe ex-filho. Essa é uma escolha para a vida toda e fingir que um filho não existe, em minha opinião, é uma falha de caráter.
Mas fato é que alguns pais são dedicados e amorosos e tenho também a situação inversa, em que a mãe abandona o filho e o pai assume toda a responsabilidade. Não é o mais frequente, mas como disse não estou aqui levantando nenhuma bande…

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